segunda-feira, 30 de março de 2009
Mentira: Para que serve???
Não percebo!" PORQUE? Não sabem ser simplesmente vocês mesmos? Não serão menos pessoas por não vos ter acontecido aquela situação que inventaste, para fingires que és popular...
Contudo, muito disso é culpa dos pais... Sim, dos pais... E sabem a razão? Simplesmente porque nunca leram à estas pessoas a história do Pedro e o Lobo... É a única explicação viável para este explicar porque estas pessoas são assim...
Estou a ser irónico, mas o que eu digo é a pura das verdades... Estas pessoas, por vezes, ao contar suas mentiras aos outros, criam situações confusas, sem necessidade alguma, que podia evitar fazendo um simples gesto: Dizer um não sei... Ou, melhor, estar calado! Não confundam as pessoas com as vossas histórias, ó mentirosos... Vivam sozinhos neste mundo de fantasia que é a mentira!
Se você, mentiroso, que está a ler este texto e quer resolver o seu problema, existe solução: Leia a história do Pedro e o Lobo como terapia!
sábado, 28 de março de 2009
Se o futuro pertencesse a mim...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
A Vida é Bela!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
"Mar no breu da Noite"
A vontade súbita de escrever acontecera quando eu vinha da padaria para casa, sensivelmente às 19horas... O mar estava tão escuro que eu não conseguia decifrar onde começava o céu... Esta situação criou em mim um misto de medo e coragem que , até hoje, não sei explicar...
Aqui vai o poema:
No breu da noite eu caminho.
Caminho. Sem rumo.
Caminho.
Pelo caminho, no breu da noite,
Somente a lua me acompanha.
Acompanha e ilumina.
Ah, e o mar...
O mar também me acompanha.
Porém só acompanha. Não ilumina.
o mar está escuro.
Está escuro, como o breu da noite.
O breu da noite, que só a lua ilumina.
O mar assusta, amedronta.
Sim, assusta e amedronta,
Só pelo facto de sermos iguais...
Sou escuro... Como o breu da noite.
À vista sou como a lua que ilumina.
Transmito harmonia e amor e paz...
Enfim, transmito coisas boas...
Mas no fundo, bem lá no fundo
Sou escuro. Sou Frio. Tenho medo. Sou vazio.
Como o mar no breu da noite...
Porém não tenho a lua.
A lua que ilumina o breu da noite.
A lua que se reflecte no mar...
No breu da noite eu caminho.
Caminho. Sem rumo.
Caminho...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
O Mistério da Alcunha e os Palhaços Voluntários
Bem, há algum tempo atrás, Miguel, da "Associação dos Palhaços Voluntários da Escola Secundária Manuel de Arriaga" (a associação não existe, é uma mera brincadeira), o qual anima as aulas da minha turma, deparou-se com uma situação pela qual arranjaria uma nova piada, pois todas as suas piadas já estavam um bocado passadas e ninguém se ria. A situação era a seguinte: desde pequeno tratam-me por "Pp", uma alcunha carinhosa, que com o passar do tempo, todas minhas colegas de turma passaram a tratar-me também. Um belo dia, o nosso palhaço, questionou-me o porquê desta alcunha, pois somente meu primeiro nome tinha a inicial "P". Então começou a lançar hipóteses para encontrar uma razão desta alcunha... Embora eu lhe dissesse que nem tudo na vida faz sentido, Miguel retrucava, dizendo que "tudo na vida faz sentido", e que a minha alcunha também tinha que ter algum sentido... De repente, a mente do palhaço tem uma brilhante iluminação: eu tenho esta alcunha porque meu verdadeiro nome é Pedro Pito. E riu-se... Riu-se como se tivesse sido a piada mais engraçada do ano! Eu, obviamente, fiquei com aquela cara de "Ok?! Dah!", porque não achei piada... Mas depois com o passar do tempo "Pedro Pito" virou a minha nova alcunha. Quando este palhaço, Miguel, ou o seu aprendiz de palhaço, Francisco, procuram "chatear-me", é essa a brincadeira deles...
Ok... Tu que lês deve estar a pensar: "Que parvos... A piada não tem piada!". E realmente têm razão: a piada não tem piada. Mas foram esses os palhaços que nos deram para animar a nossa aula, que, diga-se de passagem, é muito animada até! E outra não são pagos nem nada!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Não sou lamechas... Mas hoje apeteceu-me!

Morte: Viva enquanto ela não chega!
Há sensivelmente um mês atrás, em uma aula de língua portuguesa, surgiu o tema " morte", devido à prisão de um suspeito do assassinato de uma jovem. Uma amiga minha estava a passar por problemas graves com relacionamentos entre os pais, e etc, "coisas de adolescentes". Todavia o seu problema podia trazer graves consequências, uma vez que a minha amiga já havia pensado no suicídio. E após a aula este assunto estendeu-se enquanto nos dirigíamos para a paragem de autocarro. Minha amiga só falava na sua morte, que morreria antes dos dezoito anos, que tem a certeza isso desde pequena, que tem sonhado muito com isto e que os seus sonhos nomalmente se tornam realidade... Eu confesso que não estava a gostar nada nada daquela conversa, e que esta a ficar muito decepcionado com a tal da minha amiga. Estava a desiludir-me com aquelas baboseiras que estava a dizer!
Então, eu comecei a dizer-lhe o que pensava do assunto, e é o que eu quero aqui deixar como reflexão: A morte é algo que por mais que nos julguemos preparados para ela, nunca estaremos. Nem preparados para a nossa, nem para a dos nossos próximos. É impossível prever morrer aos dezoito anos ou à que idade for! E um sonho, ou um pesadelo (como quiserem chamar), é simplesmente a nossa imaginação, é inconsciente. Mas, tenho um conselho para deixar:Devemos apoveitar ao máximo todos os momentos de nossas vidas como se fosse o único. Dê valor à sua vida, pois é a única que tens! Ao aproveitar ao máximo todos os momentos, quer maus quer bons, estarás sim a viver a vida intensamente a sua, vidinha medíocre, vidinha difícil, vidinha aborrecida, mas é a que tens e deves vivê-la!
CARPE DIEM amigos, CARPE DIEM !

