segunda-feira, 30 de março de 2009

Mentira: Para que serve???

Não sou nenhum santo... Já menti milhentas mil vezes... Às vezes, sem necessidade nenhuma... Mas enfim, menti... Hoje sei que quanto menos mentir é melhor... Ser eu mesmo é muito mais fácil... Só que há pessoas que não pensam assim, infelizmente. Para alguns, tudo, mas mesmo tudo, é motivo de mentira... "Ah, o fulano, falo sempre com ele!" "Ah, esse, ja curti com ele..." "Ah, ele faz-se muito a mim...
Não percebo!" PORQUE? Não sabem ser simplesmente vocês mesmos? Não serão menos pessoas por não vos ter acontecido aquela situação que inventaste, para fingires que és popular...
Contudo, muito disso é culpa dos pais... Sim, dos pais... E sabem a razão? Simplesmente porque nunca leram à estas pessoas a história do Pedro e o Lobo... É a única explicação viável para este explicar porque estas pessoas são assim...
Estou a ser irónico, mas o que eu digo é a pura das verdades... Estas pessoas, por vezes, ao contar suas mentiras aos outros, criam situações confusas, sem necessidade alguma, que podia evitar fazendo um simples gesto: Dizer um não sei... Ou, melhor, estar calado! Não confundam as pessoas com as vossas histórias, ó mentirosos... Vivam sozinhos neste mundo de fantasia que é a mentira!
Se você, mentiroso, que está a ler este texto e quer resolver o seu problema, existe solução: Leia a história do Pedro e o Lobo como terapia!

sábado, 28 de março de 2009

Se o futuro pertencesse a mim...

Ao longo da semana, esta frase foi utilizada para várias finalidades diferentes, de formas diferntes, em situações e contextos diferentes... Entretanto, todas me fizeram enveredar para a mesma conclusão: Afinal, o futuro pertence a mim, basta querer...
É claro que não prevemos o que acontecerá no nosso futuro... A não ser que tivéssemos capacidades sobrenaturais como uma Sete-Luas de quem eu ouvi falar... Esta lia o interior dos outros de uma forma inexplicável... Mas raros são os que possuem este dom... Por isso, contentemo-nos com as capacidades que temos, e deixemos de tentar adivinhar o futuro...
Só que, sem ser contraditório, afirmo, sem problemas, que o futuro depende de cada um de nós... Podemos planear tudo para que os nossos almejos e desejos sejam concretizados...
Certa vez uma rapariga, assim, uma adolescentezita, estava perdida no meio de tanta confusão e distúrbios normais da sua idade... Principalmente por causa do amor... O amor, naquele momento era a causa de todos os seus problemas... Todavia ela não transparecia os seus sentimentos, não permitindo que "o pessoal lá de cima" a ajudasse da melhor maneira possível... Eles tiveram que tornar-se seres carnais, e amigos próximos dela para conseguir que aos poucos os seus problemas fossem resolvidos, sendo que, se ela transparecesse os seus sonhos, as suas dificuldades, tudo seria mais fácil. Se calhar a intervenção divina nem se quer seria necessária... Ela transformou tudo em mais problemas, não preparando o seu futuro, fazendo com que ele pertencesse a ela realmente...
Tudo depende de cada um de nós... se quisermos verdadeiramente as coisas irão acontecer...
Entrando agora por outras veredas, estas coisas podem acontecer como meros sinais, como um carro azul aparecer num momento não apropriado, deixando a dúvida se foi coincidencia ou algo sem valor algum. Está em cada um de nós a capacidade de perceber se tal acontecimento é relevante para o nosso futuro, e para o nosso presente. Quanto ao passado, o esqueçamos: O que já foi, já foi...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

A Vida é Bela!

Na última aula de Psicologia visualizamos um filme cujo nome é "A Vida é Bela". Bem, eu, sinceramente, estava a espera de outro tipo de filme, ou seja, fiquei surpreso. Não que o filme não fosse bom, pelo contrário, o filme era excelente. Só que fez-me reflectir muito... " A vida é Bela", nós é que não sabemos viver conforme a sua beleza...
Não vou explicar o filme... Como é óbvio, terão de o ver o filme e tirar as vossas próprias conclusões!
Mas o que me fez reflectir foi que, mesmo com todos os nossos problemas devemos encarar a vida sempre com a sua beleza natural... Porque não é por sofrer que o problema desaparecerá, portanto, não adianta sofrer! Sê feliz, em qualquer circunstância, em qualquer situação...
Certamente os problemas virão. Mas se o encarares de frente, mostrando quem é que manda, com certeza nenhum problema prevalecerá contra ti...
Viva intensamente, como se os teus problemas fossem os obstáculos de um jogo que tens que vencer e fazer mil pontos para atingir a recompensa...
A Vida é Bela!!!!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

"Mar no breu da Noite"

Bem... Já há algum tempo que escrevi este poema... Só que esqueci-me da sua existência, logo, não publiquei aqui!
A vontade súbita de escrever acontecera quando eu vinha da padaria para casa, sensivelmente às 19horas... O mar estava tão escuro que eu não conseguia decifrar onde começava o céu... Esta situação criou em mim um misto de medo e coragem que , até hoje, não sei explicar...
Aqui vai o poema:

"Mar No breu da Noite"

No breu da noite eu caminho.
Caminho. Sem rumo.
Caminho.
Pelo caminho, no breu da noite,
Somente a lua me acompanha.
Acompanha e ilumina.

Ah, e o mar...
O mar também me acompanha.
Porém só acompanha. Não ilumina.

o mar está escuro.
Está escuro, como o breu da noite.
O breu da noite, que só a lua ilumina.

O mar assusta, amedronta.
Sim, assusta e amedronta,
Só pelo facto de sermos iguais...
Sou escuro... Como o breu da noite.

À vista sou como a lua que ilumina.
Transmito harmonia e amor e paz...
Enfim, transmito coisas boas...

Mas no fundo, bem lá no fundo
Sou escuro. Sou Frio. Tenho medo. Sou vazio.
Como o mar no breu da noite...

Porém não tenho a lua.
A lua que ilumina o breu da noite.
A lua que se reflecte no mar...

No breu da noite eu caminho.
Caminho. Sem rumo.
Caminho...



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O Mistério da Alcunha e os Palhaços Voluntários

Em todas as turmas existe um "palhaço", sendo que a minha não é excepção (agora até existem dois). A grande função destes em uma turma é a de animar a aula, para não apanharmos aquela "seca" dos professores... Não são pagos, nem recebem nada para o fazer. Fazem por gosto, por vontade própria. Podemos até lhes dar o nome de "Palhaços Voluntários".
Bem, há algum tempo atrás, Miguel, da "Associação dos Palhaços Voluntários da Escola Secundária Manuel de Arriaga" (a associação não existe, é uma mera brincadeira), o qual anima as aulas da minha turma, deparou-se com uma situação pela qual arranjaria uma nova piada, pois todas as suas piadas já estavam um bocado passadas e ninguém se ria. A situação era a seguinte: desde pequeno tratam-me por "Pp", uma alcunha carinhosa, que com o passar do tempo, todas minhas colegas de turma passaram a tratar-me também. Um belo dia, o nosso palhaço, questionou-me o porquê desta alcunha, pois somente meu primeiro nome tinha a inicial "P". Então começou a lançar hipóteses para encontrar uma razão desta alcunha... Embora eu lhe dissesse que nem tudo na vida faz sentido, Miguel retrucava, dizendo que "tudo na vida faz sentido", e que a minha alcunha também tinha que ter algum sentido... De repente, a mente do palhaço tem uma brilhante iluminação: eu tenho esta alcunha porque meu verdadeiro nome é Pedro Pito. E riu-se... Riu-se como se tivesse sido a piada mais engraçada do ano! Eu, obviamente, fiquei com aquela cara de "Ok?! Dah!", porque não achei piada... Mas depois com o passar do tempo "Pedro Pito" virou a minha nova alcunha. Quando este palhaço, Miguel, ou o seu aprendiz de palhaço, Francisco, procuram "chatear-me", é essa a brincadeira deles...
Ok... Tu que lês deve estar a pensar: "Que parvos... A piada não tem piada!". E realmente têm razão: a piada não tem piada. Mas foram esses os palhaços que nos deram para animar a nossa aula, que, diga-se de passagem, é muito animada até! E outra não são pagos nem nada!
E...Sejamos sinceros... O que seria de nós, pobres alunos, martirizados pelos professores, se não fossem os "Palhaços Voluntários"? A alegria das nossas aulas muitas vezes resume-se às "parvas piadas" deste nossos colegas...
Eu reclamo das brincadeiras, fico fulo por vezes, mas eu adoro todas as brincadeiras dos "Palhaços Voluntários" da minha turma...

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Não sou lamechas... Mas hoje apeteceu-me!


Não sei por que razão hoje estou assim... Sim, até sei... Mas ainda não posso revelar aqui...
Por isso vou publicar aqui um poema que fiz, para alguém... Dentro em breve este alguém saberá... Todavia ainda não é o momento de saber... Mas vou publicar:
E se eu dissesse tudo o que eu sinto?
E se eu me declarasse para ti?
E se eu te contasse tudo o que me vem à alma?
Como reagirias?
Petrificado ficarias?
Ou normalmente agirias?
Rejeitar-me-ias?
Ou será que aceitarias?
Será que assustado fugirias?
Ou com um doce beijo me calarias?
(Se isso acontecesse certamente eu alegre ficaria!)
Uma coisa tenho que frisar,
Meus sentimentos por muito não esconderei.
Mas quero que saibas, se algo te impedir de me amar,
Para sempre eu te amarei...

Morte: Viva enquanto ela não chega!

Há sensivelmente um mês atrás, em uma aula de língua portuguesa, surgiu o tema " morte", devido à prisão de um suspeito do assassinato de uma jovem. Uma amiga minha estava a passar por problemas graves com relacionamentos entre os pais, e etc, "coisas de adolescentes". Todavia o seu problema podia trazer graves consequências, uma vez que a minha amiga já havia pensado no suicídio. E após a aula este assunto estendeu-se enquanto nos dirigíamos para a paragem de autocarro. Minha amiga só falava na sua morte, que morreria antes dos dezoito anos, que tem a certeza isso desde pequena, que tem sonhado muito com isto e que os seus sonhos nomalmente se tornam realidade... Eu confesso que não estava a gostar nada nada daquela conversa, e que esta a ficar muito decepcionado com a tal da minha amiga. Estava a desiludir-me com aquelas baboseiras que estava a dizer!

Então, eu comecei a dizer-lhe o que pensava do assunto, e é o que eu quero aqui deixar como reflexão: A morte é algo que por mais que nos julguemos preparados para ela, nunca estaremos. Nem preparados para a nossa, nem para a dos nossos próximos. É impossível prever morrer aos dezoito anos ou à que idade for! E um sonho, ou um pesadelo (como quiserem chamar), é simplesmente a nossa imaginação, é inconsciente. Mas, tenho um conselho para deixar:Devemos apoveitar ao máximo todos os momentos de nossas vidas como se fosse o único. Dê valor à sua vida, pois é a única que tens! Ao aproveitar ao máximo todos os momentos, quer maus quer bons, estarás sim a viver a vida intensamente a sua, vidinha medíocre, vidinha difícil, vidinha aborrecida, mas é a que tens e deves vivê-la!

CARPE DIEM amigos, CARPE DIEM !